Revista · nº 16 · Fundación para la Confianza · outubro de 2021
Revista Por un Mundo sin Abuso (“Por um Mundo sem Abuso”) · Outubro de 2021: Dia dos professores e lacuna educacional
Número de outubro de 2021, pelo Dia dos Professores: o olhar de duas estudantes, o trabalho da Fundação nos liceos de Providencia, a educação rural na pandemia, a lacuna educacional no Chile e a experiência de uma docente migrante.
Índice
- Dia do professor
- Qual é a coisa mais significativa que um professor me ensinou?
- Providencia: uma comuna que se adapta às necessidades dos seus espaços educacionais
- Entrevista com Miriam Gómez
- Como a pandemia influiu na lacuna educacional do Chile?
- Ser professora no Chile
- Como enfrentar a educação on-line?
Dia do professor
A educação está em perigo e os professores têm a missão de salvá-la. Quando falamos de direitos humanos, devemos compreender a educação como uma experiência que vai muitíssimo além da mera transmissão de conhecimentos. De fato, a transmissão e a avaliação de conhecimentos objetivos não deveriam ser chamadas de educação, e sim de capacitação técnica, instrução. A educação é a experiência de entrar em um espaço simbólico compartilhado onde o mundo comum se mostra, se questiona, se indaga. O mundo, nesse sentido, tampouco é só um espaço físico onde acontece a trama natural, mas uma constante urgência relacional, ambiental, política. Trata-se de um espaço em construção, destruição e reconstrução. Um espaço em suspenso.
Ora, o papel do professor consiste em aproximar os estudantes dessa experiência sem angústia, desassossego nem medo, mas tampouco encobrindo-a com dinâmicas de transações avaliativas, como lamentavelmente ocorre no sistema educacional clássico. Porque, se a experiência de aprendizagem pode ser trocada por uma nota, uma avaliação “objetiva” significa que ela deixa de ser uma experiência real e se reduz apenas a uma certificação para a indústria educacional. E é aqui que o professor pode trazer de volta essa experiência de assombro, de fascinação, experiência de comunidade, de indagação do mundo.
A educação, a partir de um enfoque de direitos humanos, põe a experiência do humano sobre a mesa, como um desafio a compreender, construir e defender, o que não pode ser perguntado em uma prova de múltipla escolha, mas constitui o verdadeiro desafio, não individual e sim comunitário. Justamente o professor —que não pode continuar sendo considerado um mero instrumento que corrobora os conhecimentos objetivos— é o guia nesse desafio. Um guia também exposto na experiência da indagação, exposição humana que, longe de denegri-lo, o dignifica, e dignifica a própria experiência educativa comunitária.
José Andrés Murillo, diretor executivo da Fundación para la Confianza
Qual é a coisa mais significativa que um professor me ensinou?
Depoimento de duas estudantes do Colegio Santa María de la Cordillera
Estudante do quarto e último ano do ensino médio
Professoras e professores desempenham um papel fundamental dentro da sociedade, pois são eles e elas que educam as gerações do futuro. Muites delus dedicam a vida e se tornam não só profes exemplares, mas também modelos de vida inspiradores para as gerações que vêm.
Por isso, para mim, por trás de todo o teórico que pude aprender no meu colégio, que claro que aprendi e aproveitei bastante, estão os valores adquiridos deles e delas. Cada docente, desde o ensino fundamental, sempre me ensinou que tenho que confiar em mim mesma, nas minhas qualidades e aptidões; aprendi e me formei como pessoa graças a cada profe que esteve comigo sempre que precisei. Talvez eu possa esquecer as aulas e a matéria, mas jamais esquecerei as lições de vida.
Estudante do primeiro ano do ensino médio
Desde que me propuseram responder à pergunta, venho o tempo todo pensando nas diversas coisas que aprendi, além da matéria que ensinam. É impressionante como a maioria des professories deixou uma marca em mim, mas o que sempre mais destaco e recordo com muito carinho foi que uma professora foi a primeira a usar pronomes neutros comigo, mas não é a única: também outros usam a linguagem inclusiva e outros se encarregam de dar exemplos além do binarismo de gênero. Ainda que falte muito caminho a percorrer, sempre noto que estão constantemente tentando dar visibilidade e incluir a dissidência sexual e de gênero. Professories tiveram um impacto na minha vida, sobretudo na forma como se relacionam comigo: ao se tornarem um lugar seguro para mim como pessoa LGBTQ+, me ensinaram a me sentir aceito e orgulhoso de ser eu mesmo; sempre estiveram ali para me escutar, ainda mais em situações em que eu não me sentia confortável.
Providencia: uma comuna que se adapta às necessidades dos seus espaços educacionais
Notícias da Fundación para la Confianza · Por Diana Bernal
Há mais de quatro anos, a Fundación para la Confianza trabalha nos liceos municipais de Providencia (escolas municipais de ensino médio), gerando instâncias de capacitação e conversa, provenientes da nossa área de prevenção e educação para o abuso sexual em espaços escolares.
A formação integral é um objetivo de suma relevância na educação e está estreitamente ligada ao nosso entorno. Por isso a Corporación de Desarrollo Social de Providencia (entidade municipal de desenvolvimento social) decidiu incorporar ao projeto educativo das suas escolas temáticas relacionadas ao abuso sexual, à equidade de gênero e às diversidades sexuais. E, nessa tarefa, os professores cumprem um papel fundamental.
Em 2017, Providencia deu o primeiro passo junto com a Fundación para la Confianza ao acordar instaurar o programa Alianzas Para la Confianza (“Alianças para a Confiança”), que contempla um processo de acompanhamento e consultoria em torno da prevenção, da detecção e da correta intervenção em casos de maus-tratos e abuso sexual. Sob o abrigo dessa aliança, trabalhou-se tanto nos protocolos dos estabelecimentos educacionais quanto na capacitação dos seus funcionários.
A chefe das comunidades educativas da comuna, Monona Valdés, comenta que a primeira grande mudança nos docentes —e também nos assistentes da educação— foi “tomar consciência da importância de conhecer cada um dos procedimentos e passos que devo seguir diante de uma situação de violação de direitos”. Com isso, explica que compreender que essa responsabilidade envolve também os pais e responsáveis foi um marco.
Nessa mesma linha, assinala que os protocolos de ação vêm sendo aperfeiçoados a cada ano, na medida em que as comunidades e a sociedade mudam, mas sempre incluindo a normativa vigente nessa matéria. Os liceos 7, Carmela Carvajal de Prat e José Victorino Lastarria são alguns dos centros educativos que contaram com o apoio desse programa.
Após o trabalho iniciado sob as Alianzas Para la Confianza, a direção de educação de Providencia decidiu integrar novas instâncias informativas e de conversa, como palestras sobre gênero e diversidades sexuais a cargo de psicólogos e psicólogas da nossa Fundação. Isso tanto para gerar um clima de respeito quanto para atender as e os estudantes que manifestaram a ideia de transformar os liceos historicamente de um só gênero em mistos, transição que até hoje já se realizou em três estabelecimentos.
Quanto ao desafio para a docência e os demais corpos da escola, Valdés enfatiza que “há uma mudança não só do ponto de vista da infraestrutura, mas que tem a ver com uma mudança de cultura. Trabalhar diretamente só com gênero obviamente tem a ver com derrubar certos mitos ou formas de trabalhar em um estabelecimento”.
Além disso, a chefe de comunidades afirma que os professores valorizam o acompanhamento e as assessorias nesses temas que, às vezes, não dominam, pois tem muito a ver com a formação valórica pessoal. “Parece-me que os docentes, obviamente, se sentem mais seguros na hora de enfrentar uma situação com os seus pais e responsáveis ou com os estudantes”, acrescenta.
Valdés destaca também o papel dos professores como atores-chave no desenvolvimento do projeto de educação municipal de Providencia, os quais, com as ferramentas dadas, podem responder e educar de uma nova forma, considerando as mudanças, as necessidades e as diversidades dos seus estudantes.
Por fim, Valdés destaca o papel dos professores como atores-chave no desenvolvimento do projeto educacional de Providencia, os quais, com as ferramentas adequadas para enfrentar a mudança na comunidade escolar, podem responder às necessidades das e dos estudantes na sua diversidade.
Miriam Gómez: “A falta de conectividade à internet nas zonas rurais foi formando uma grande lacuna na educação”
Entrevista · Por Joaquín Mansilla
No nosso país existem 3.200 escolas rurais encarregadas de educar cerca de 200 mil estudantes. No marco da comemoração do Dia do Professor, é importante conhecer, por meio de depoimentos, as condições em que se encontram as e os docentes para realizar o seu trabalho e cumprir os seus objetivos.
Miriam Gómez é professora da Escuela Básica de Coirón (escola de ensino fundamental) da cidade de Salamanca. Desde o início da pandemia, dá aulas on-line às turmas do primeiro e do segundo ano do ensino fundamental. Teve que se adaptar a esse novo formato de aulas, além de assumir as complexidades que a educação rural historicamente apresentou.
Por isso, Miriam se esforça diariamente para manter a atenção e criar um laço apesar das condições da pandemia. O coronavírus obrigou essa professora e a sua família a permanecer em casa, de modo que ser mãe, docente e chefe de família no mesmo espaço não tem sido um assunto fácil de abordar.
“Ser mãe, docente e chefe de família no mesmo espaço não tem sido um assunto fácil de abordar”
Um dos principais problemas que se apresentaram está justamente relacionado à conectividade nas aulas. “A falta de conectividade à internet nas zonas rurais foi formando uma grande lacuna na educação. Embora nós, professores, tenhamos assumido a tarefa de ir pessoalmente às casas dos alunos entregar o conteúdo, o fato de não poderem se conectar às aulas é algo que os limita. Aliás, nós mesmos pagamos planos de internet para que os nossos alunos possam acessar as aulas”, menciona Miriam.
Estudo e família
Outro fator de preocupação que Gómez considera é a importância que se dá à educação nas localidades rurais, pois “muitas famílias não permitem que as crianças vão com frequência às aulas. Não dimensionam o que significa a relevância da aprendizagem na escola. Muitas vezes, para elas o principal é o trabalho, e às vezes as crianças faltam às aulas justamente porque tiveram que ficar ajudando nas tarefas da casa”.
“Também o fato de que, em reiteradas ocasiões, tenhamos que ir à casa dos alunos tanto para entregar o conteúdo acadêmico quanto diretamente para repetir a aula nos gerou conflitos com as famílias mais de uma vez”, assinala Miriam.
Por isso, a educadora sustenta que “É muito importante que se considere a educação como um elemento crucial para enfrentar o mundo, e precisamos que se ofereçam facilidades tanto tecnológicas quanto de infraestrutura. Os resultados acadêmicos nos refletem que, apesar de enfrentar muitas condições adversas, as crianças são capazes de aprender e desenvolver uma ampla gama de competências”.
Papéis e espaços
Um dos aspectos mais significativos para a professora foi ter que adaptar o seu espaço pessoal às suas atividades de trabalho. Miriam enfatiza que “foi um período desgastante, principalmente porque é preciso ser mãe, filha, dona de casa e professora ao mesmo tempo. Muitas vezes os próprios pais e responsáveis não entendem isso e pensam que estamos disponíveis para resolver todos os assuntos 24 horas por dia, sete dias por semana”.
Devido a esse conjunto de fatores, em abril deste ano, um grupo de estudantes de jornalismo teve a tarefa de documentar visualmente os desafios que Miriam enfrenta diariamente. Convidamos a assistir ao curta documental chamado Profe...
Por: Joaquín Mansilla
Como a pandemia influiu na lacuna educacional do Chile?
Atualidade · Por Héctor Espinoza
Segundo dados do Mineduc (Ministério da Educação do Chile), durante 2020 a lacuna educacional aumentou 49% em comparação com anos anteriores. Sem dúvida, a crise sanitária influiu nessas cifras, que deixaram uma evidência ainda mais clara a respeito da desigualdade que existe entre estudantes ao longo do país.
O acesso à internet, a posse de dispositivos digitais e o espaço em que cada estudante viveu o confinamento são apenas alguns dos fatores que foram determinantes na hora de enfrentar um novo ano escolar durante a pandemia. Embora para alguns a educação a distância tenha sido uma possibilidade, nem todos os estabelecimentos puderam dar aulas não presenciais.
- 49%aumentou a lacuna educacional em 2020 em relação a anos anteriores, segundo dados do Mineduc
- 13.723estabelecimentos tiveram que fechar as portas, segundo a Fundación Chile
- 3,7 milhõesde estudantes afetados, especialmente de escolas municipais
Da Fundación Chile, a sua diretora de Aprendizagem para o Futuro, Andrea Osorio, assinala que foram 13.723 os estabelecimentos que tiveram que fechar as portas. Isso afetou cerca de 3,7 milhões de estudantes, especialmente os provenientes de escolas municipais.
Para Osorio, a interrupção da trajetória educacional produz grandes retrocessos, que podem ter diferentes efeitos nas e nos estudantes de acordo com a idade, e por isso explica que “Uma criança de 4 anos hoje, desde os dois anos pode se encontrar sem interagir com pares, o que enfraquecerá as suas habilidades sociais e as suas capacidades de regulação e autorregulação para compartilhar com outros. A perda de hábitos de estudo, de rotinas acadêmicas, pode ser um elemento a considerar como retrocesso em estudantes de níveis mais altos”.
A falta de presencialidade, segundo Osorio, é claramente um fator que influi nos processos de ensino, devido à inexistência de espaços de interação entre estudantes, como pares, e com os docentes, afirmando que “Isso sem dúvida afetou o desenvolvimento de habilidades como a autonomia, a comunicação e a colaboração, ao mesmo tempo que gerou também ambientes inadequados para a aprendizagem, como são os ambientes de medo e incerteza”.
Diante disso, a ação do Estado é extremamente necessária, e a Fundación Chile acredita que a forma de abordar a lacuna pós-pandemia, além dos exercícios de reforço ou do trabalho de disciplinas isoladas, é por meio da revisão das metodologias de ensino. “O Estado chileno tem uma oportunidade de promover metodologias em que as e os estudantes participem ativamente, desenvolvendo diferentes produtos nos quais se cruzem disciplinas, conhecimentos sociais e necessidades do entorno que deem sentido e pertinência ao desenvolvimento desses produtos”, expressa a diretora de Aprendizagem.
Apesar das consequências que a pandemia causou no sistema educacional, Osorio resgata o questionamento que se produziu a respeito das metodologias de trabalho e do conteúdo na realização das aulas. Isso, junto com a consideração do bem-estar e do desenvolvimento socioemocional para alcançar a aprendizagem de forma adequada, são exemplos de um novo olhar sobre o ensino. “Sem dúvida alguma, é necessário repensar o que se espera que aprendam meninas, meninos e jovens, como aprenderão e de que maneira a inovação docente e o uso das tecnologias contribuirão para a obtenção de melhores aprendizagens que permitam ao Chile alcançar um desenvolvimento sustentável e o bem-estar dos seus habitantes”, finaliza Osorio.
Ser professora no Chile: as condições para dar aulas no nosso país a partir da experiência de uma docente venezuelana
Atualidade · Por Joaquín Mansilla
No marco da comemoração do Dia do Professor e da Professora, na Fundación para la Confianza tivemos o prazer de conversar com Ruth Castillo (32), docente venezuelana de Química no Colegio Chilean Eagles College de Las Vizcachas. Nesta entrevista, Ruth compartilhou conosco tanto as suas experiências exercendo a pedagogia no Chile quanto as de seus colegas.
Os recentes acontecimentos que afetaram as pessoas em situação de migração no Chile poderiam nos levar a concluir antecipadamente que qualquer depoimento seria composto por experiências em torno da discriminação e do racismo. E é que a crise migratória gerou ações arbitrárias por parte da cidadania chilena que lamentavelmente evidenciam um retrocesso importante em termos de convivência cultural.
Por isso a experiência de Ruth Castillo como docente do Colegio Eagles College de Las Vizcachas resulta chamativa e motivadora. Nesta entrevista, a professora conta como a comunidade educativa em que atua a acolheu da melhor maneira.
Esperar para exercer
“O que se precisa principalmente para exercer no Chile é ter o diploma revalidado e o visto definitivo. Esse processo costuma demorar 18 meses. Somando-se a isso o processo de busca e candidatura a um emprego, os professores estrangeiros no Chile facilmente levam até três anos para poder trabalhar sem nenhum problema. Devo reconhecer que tive sorte e que a minha experiência se afasta dessas barreiras, mas não por ter conseguido agilizar os trâmites, e sim porque a própria escola me deu a oportunidade de trabalhar em paralelo enquanto os meus papéis eram regularizados”, comenta Ruth.
“Conheço experiências radicalmente distintas entre colegas, isto é, uns encontraram trabalho de forma rápida e ágil, enquanto outros estão há mais de um ano e meio esperando para exercer.” Dessa maneira, Castillo enfatiza que as condições de trabalho do professorado migrante no Chile dependem consideravelmente da vontade de cada direção, o que revela uma importante falta de amparo por parte das instituições governamentais.
Ensinar e crescer no Chile
Ruth nos relata com agrado as suas vivências a respeito do tratamento que recebeu das chilenas e dos chilenos durante os seus quatro anos no nosso país. Conta-nos do bom acolhimento que recebeu dos colegas e das chefias, bem como das e dos estudantes que, além de lhe perguntar a cada cinco minutos o significado de algum termo venezuelano, não presenciou nem se viu exposta a nenhum caso de arbitrariedade.
“Estou muito contente de estar na escola. Certamente me permitiram crescer e me desenvolver profissionalmente. Cada espaço que o estabelecimento oferece, com vistas ao fortalecimento profissional, é um benefício para a carreira de quem, como eu, está de novo formando redes e robustecendo os seus antecedentes como docente.
Considero importante destacar isso porque, embora não tenha sido a minha experiência, conheço outros colegas, em outros estabelecimentos, que viveram situações em que a sua integração ou o seu reconhecimento como especialistas foi mais complexo”.
De todo modo, Ruth nos comenta que, se tivesse que escolher entre trabalhar no Chile ou na Venezuela, escolheria o Chile, devido ao nível de exigência e às competências que se desenvolvem no nosso país. “A única coisa que me custou um pouco foi me acostumar com o funcionamento administrativo e estrutural do sistema: nas escolas chilenas, a professora deve registrar tudo, da frequência às notas, no livro de classe, e isso no começo foi uma surpresa. De todo modo, acho que o nível de educação é positivo. Pelo menos eu não vi diferenças quanto ao conteúdo entre uma escola subvencionada e uma particular”, conclui.
Como enfrentar a educação on-line?
Conselhos · Línea Libre (linha de atendimento da Fundação)
- Adaptar-se à tecnologia e desenvolver a criatividade
- Ter em conta que, mais além das condições, o importante é que os alunos aprendam
- Organizar o seu tempo e comunicar o seu horário a todos os seus contatos
- Ter momentos definidos para relaxar e desconectar um instante
- Entender que este também é um processo de aprendizagem para professores e professoras
- Sobretudo, pedir ajuda quando se está sobrecarregada ou sobrecarregado e se precisa
Sobre esta edição. Versão web da revista Por un Mundo sin Abuso nº 16 (outubro de 2021), publicada em PDF pela Fundación para la Confianza, com as erratas corrigidas e gráficos novos que resumem o conteúdo. As cifras correspondem à data da revista. A Línea Libre mencionada neste número está hoje suspensa. No depoimento das estudantes, os nomes foram retirados. Baixar o PDF original (em espanhol)
Equipe editorial. José Andrés Murillo, diretor. Verónica Uzcátegui, editora-chefe. Diana Bernal, Joaquín Mansilla e Héctor Espinoza, colaboradores. Cristhian Sotomayor, design gráfico e diagramação.
Tradução da Fundación Para la Confianza. Em caso de divergência, prevalece a versão em espanhol. Versão em espanhol.
